Depois da experiência fantástica que tive com a Sony Ericsson, decidi que era altura de regressar a esta marca. Já andava há alguns meses a tentar escolher um modelo adequado às minhas necessidades/exigências (Monobloco, bluetooth, uma boa agenda, boa autonomia, rádio e sincronização com o PC), e acabei por escolher o V630i, dois dias a seguir ao Natal. Não foi prenda, pois fui eu que o comprei, ainda para mais num negócio fantástico, pelo menos assim o parece. Mas deixando de parte as “negociatas” e voltando aquilo que me leva a escrever, o telemóvel.
Indo um pouco atrás, tive um
T630, uma bela máquina, incrível mesmo, que depois de ter dado tudo aquilo que tinha para dar, acabou por ceder. Foi graças a esse Sony Ericsson T630 que fiquei fascinado pelos telemóveis que esta marca fabrica. Como avariou numa altura critica, a solução passou pela Nokia, pois tinha modelos mais acessíveis e acabei por escolher um 6070, que diga-se, era bastante robusto, mas a falta de bluetooth e a guerra aberta que mantinha com o Nokia PC Suite sempre que o ligava por IrDa, levaram-me a ter que pensar noutra solução.
Esta solução passou por outro Sony Ericsson, como já referi, e o centro de todas as atenções, o V630i. Não tem rádio, é certo, mas como não podemos ter tudo, já fico bem contente por ter os outros requisitos essenciais para mim.
A robustez é a mesma que caracteriza a Sony Ericsson, e em especial estes modelos monobloco. Leve que nem uma pena (92 gr) e com umas dimensões (102 x 46 x 17 mm) bem aceitáveis para aquilo que possuí. Quanto ao design, o que tenho a dizer é que é magnífico e as cores, preto e laranja, combinam na perfeição.
O ecrã não é muito grande, mas para a utilização que lhe pretendo dar é bastante bom. Tem uma câmara de 2MP, que, quanto a mim, deixa um pouco a desejar. Mas não será para máquina fotográfica com certeza, portanto, não considero um ponto fraco.
O cartão Memory Stick Micro que trazia, de 256MB, não é nada mau para guardar umas musiquinhas e ouvir de vez em quando.
É, em termos de software, bastante rápido, parecendo, com apenas dois dias de utilização, também bastante estável. Não é tão personalizável como os modelos da Nokia, pois não permite definir o toque de SMS para cada perfil (o SE T630 permitia), a cor dos menus, entre outras mariquices, mas, os outros aspectos superam estes pequenos pontos fracos.
Ainda não tenho uma avaliação correcta em relação à autonomia, mas espero que seja tão boa quanto a do T630, que, aliás, considero o irmão mais velho, tais as semelhanças que existem entre os dois.
O tempo o dirá, se foi uma boa aquisição ou não, mas até lá, vou me rendendo aos encantos deste telemóvel.
Uma última nota, só para finalizar. Faltou falar da conectividade com o PC, mas isso ficará para uma próxima oportunidade. Apenas quero dizer que a sincronização em Ubuntu funcionou às mil maravilhas. Mais um ponto a favor do GNU/Linux.