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Google Calendar
Paralelamente ao Osmo, estou também a testar o calendário disponibilizado pelo Google, o Google Calendar. Tem algumas vantagens em relação ao Osmo, entre elas o facto de poder ser acedido em qualquer local, sem que estejamos dependentes do nosso computador e também o aviso por SMS. É esta última que me agrada mais, pois de forma gratuita recebemos uma SMS do Google (o que só por si, já é algo único) com o aviso da tarefa a realizar. É também possível, sincronizar com o telemóvel e/ou PDA, mas como é feita uma ligação à web, tem custos acrescidos.Osmo
Decidi seguir a dica do Bruno, e experimentar o Osmo.
Fiquei bastante satisfeito com a simplicidade da aplicação. Vamos ver se consegue ganhar espaço no meu computador.
Como instalar em Debian:
# tar -vzxf osmo-0.2.0.tar.gz
# tar -vzxf osmo-0.2.0.tar.gz
# cd osmo-0.2.0
# ./configure
(no meu caso foi necessário instalar a dependência libxml2-dev)
# make install
Kit Software Legal
O que eu me ri com isto.Como diz o Tomahock, para quê pagar, quando podemos ter tudo de forma livre e gratuita?
Conky
Depois de uma semana bastante atribulada, com exames e problemas com o Kanguru, estou de novo em acção.Hoje decidi rever o ficheiro de configuração do Conky. Para quem não sabe o que é o Conky, aqui fica um tutorial, da autoria do esquiso.
O problema, era simples, sempre que uma janela era sobreposta sobre o Conky, este desaparecia. A falha estava num daemon que utilizo para monitorizar a temperatura do disco e que por acaso, até já falei sobre ele aqui. Continuo a usar esta aplicação, se bem que agora, fora do Conky.
Para quem utiliza Debian Lenny, aqui fica o aviso, não integrem o hddtemp no Conky.
Portugal@Folding
Para mais informações: Portugal@Folding, TechzonePT e porque não, a sub-equipa AlunosUa
Ajude uma causa!
Pânico… Afinal era só o Grub!
Experiências! Quem as não faz?! Foi devido a estas experiências que hoje fiquei sem o Sistema Operativo. Pois, mas tudo se resolveu… com grande esforço, é certo, mas resolveu.
Bom, mas vamos passar ao que interessa.
Estava eu a mexer nas partições do disco, quando dei por mim a apagar uma partição de dados em NTFS, propositadamente. Na altura, não me ocorreu que podia ter problemas com o GRUB, já que a alteração foi feita em Windows. Foi depois de reiniciar que me lembrei…
Mas é a errar que aprendemos e esta serviu-me de lição (ou não, a ver vamos!).
Depois de tentar com LiveCD do Ubuntu, que não arrancou, testei com o Super Grub Disk. Foi este útimo que me recuperou o GRUB. Mas, como nem tudo são rosas, as partições não estavam bem definidas no menu.lst em /boot/grub/. Foi necessário alterar a linha root e a linha kernel para poder funcionar.
Funcionou? Não! Foi então que tentei o LiveCD do Kurumin.
Depois de várias tentativas falhadas a montar a partição, decidi-me por uma das medidas mais arriscadas. Instalar o GRUB e reparar as partições com o CD de instalação de Debian.
Sem apagar nada, defini os pontos de montagem para / e a partição SWAP, e instalei o GRUB, reiniciei e, por artes mágicas, funcionou.
Mas, não estava tudo direitinho, faltava adicionar a linha do Windows XP no GRUB que desaparecera aquando da nova instalação do boot loader.
Mais uma vez, editei o /boot/grub/menu.lst e no fim do ficheiro, adicionei as seguintes linhas:
title Microsoft Windows XP Home Edition
root (hd0,0)
makeactive
chainloader +1
E pronto, ficou tudo a funcionar! Até parece fácil!
Foram algumas horas perdidas e claro, com ajudas, as coisas tornam-se mais simples.
Foi mais uma aventura de um iniciante neste mundo do Open Source.



