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Rede de fibra óptica de Trás-os-Montes concluída em Março

A rede comunitária dos cinco concelhos da Terra Quente Transmontana vai estar concluída até ao final de Março.

O projecto, que dá pelo nome de Terra@Quente broadband, deverá beneficiar 90 mil habitantes de Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Alfândega da Fé, Vila Flor e Carrazeda de Ansiães.

Segundo a Lusa, o projecto promovido pela Associação de Municípios da Terra Quente deverá entrar, em breve, na fase de análise exploração de uma rede de fibra óptica com potencial para larguras de banda de 10 Gbps.

Concessões de exploração para operadores tradicionais ou parcerias entre municípios e empresas são hipóteses sobre a mesa.

Além desta nova infra-estrutura para a Terra Quente Transmontana, também deverão ser lançadas mais três redes comunitárias (Évora, Vale do Lima e Vale do Minho), no âmbito de um programa liderado pela UMIC – Agência para Sociedade do Conhecimento.

Fonte

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Interfaces

Como é bastante comum não me lembrar do conteúdo do ficheiro /etc/network/interfaces aqui fica um exemplo:

auto lo
iface eth0 inet loopback
auto eth0
iface eth0 inet static

address 192.168.1.2
netmask 255.255.255.0
broadcast 192.168.1.255
gateway 192.168.1.1

auto eth1
iface eth1 inet dhcp

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[Rúbrica] Redes e Telecomunicações

Paciência e habilidade. Sâo as duas coisas necessárias para chegar a este nível. Senão reparem:

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[Rúbrica] Redes e Telecomunicações

Agosto 1, 2008 César Sequeira 1 comment

Tenho visto muita gente a falar sobre certificações Cisco, Microsoft, Alcatel-Lucent, etc., que estão ou querem entrar no mercado de trabalho. Como já disse várias vezes, não é o diploma de licenciado que trabalha, mas ajuda. Também não é o facto de se ser certificado pela Cisco que se sabe muito de redes.

O que tem acontecido, nos exames da Cisco, é que muita boa gente vai fazer o(s) exame(s) sem experiência, passa, porque decorou e/ou estudou (relembro que existem todos os tipos de exame pela Internet fora) e está feito! Tem uma certificação Cisco! O problema vem depois, quando confrontados com a realidade. Não há experiência e não vai ser a certificação da Cisco que vai fazer o projecto.

Isto leva-me, como já escrevi em alguns sítios, a pensar “e então e os estágios?”.

Na minha opinião é pelos estágios que se começa, até porque, é nesta altura que vamos ganhar a experiência mínima para nos lançarmos no mercado de trabalho.

Mas quando me refiro a estágios, falo, obviamente, daqueles que realmente importam, porque, pegar num aluno de redes ou programação e colocá-lo a montar computadores, não é propriamente o estágio digno para esse aluno.

Depois desse estágio concluído, o “aluno” está apto a ingressar no mercado de trabalho e é nessa altura que deve focar as suas atenções para as “tais” certificações, porque já teve contacto com a realidade e será, seguramente mais fácil assimilar os conceitos.

Mas para que isso possa funcionar, é preciso haver uma reestruturação no ensino em Portugal, porque aquilo que tem acontecido nos cursos profissionais e mesmo em alguns cursos superior menos cotados, é que os tais programadores vão montar computadores. Mas o Engenheiro José Socrates antes quer dar portáteis aos miúdos que estão a aprender a ler…

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[Rúbrica] Redes e Telecomunicações

Com este post nasce aquilo a que eu chamo a “Rúbrica sobre Redes e Telecomunicações”. Esta rúbrica não diária, não semanal, nem sequer mensal, vai ser publicada quando tiver tempo e/ou ideias.

Pretendo com isto, além de documentar algumas das situações reais que me vão surgindo, partilhar também algumas imagens sobre o tema.

Esta ideia surgiu depois de ter andado pelos corredores do Datacenter da TMN, em Lisboa e pensar que há muita gente que gostaria de ver de perto as máquinas que controlam as suas chamadas ou as suas “navegadelas” pela internet fora.

Mas passando ao verdadeiro post, que é aquilo que interessa, aqui fica uma imagem de parte de um Datacenter.

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Rede caseira

Julho 21, 2008 César Sequeira 4 comments

Devido à minha constante mobilidade fui “obrigado” há coisa de um ano e meio a optar pelo serviço Kanguru, da Optimus. Devo dizer que nunca tive grandes problemas. Mas, como a mobilidade estabilizou um pouco, senti a necessidade de procurar um novo serviço de Internet, até porque, o preço exagerado e o tráfego reduzido que me é “oferecido” pela Optimus não chega para as encomendas. Lá vão valendo as Happy Hours…

Como eu tenho a vantagem de já possuir um serviço da Cabovisão em casa, optei por esta para o meu futuro acesso à internet.

Depois de decidir que ISP escolher, parti em busca da melhor forma de interligar os meus equipamentos. Devo dizer que por 10€ a minha rede caseira não poderia ser melhor. Senão vejam, um router Fonera e um Switch SMC de 5 portas.

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Configuração da rede Eduroam em Ubuntu 7.10

Depois dos problemas conhecidos na rede e-U, eis que aparece uma nova rede nas universidades, a Eduroam.

Utilizando o Network Manager do Gnome, a configuração torna-se ainda mais simples que em Windows e até ao momento, mais estável.


Basta preencher os campos, como está representado na imagem e a rede ficará a funcionar correctamente. O campo Identidade e Senha depende de cada Universidade. Neste caso, a rede Eduroam foi configurada para a Universidade de Aveiro, onde são utilizados nos campos Identidade e Senha os dados do Utilizador Universal (nome@ua.pt).

Depois de estar configurada, é necessário alterar as definições da proxy de rede (Sistema>Preferências>Proxy de Rede).


Nesta altura já têm acesso à Internet, mas se tentarem fazer um update ao sistema, por exemplo, não vão conseguir, pois falta definir a proxy no Synaptic (Sistema>Administração>Gestor de Pacotes Synaptic>Rede). Aqui, as configurações são as mesmas que foram introduzidas anteriormente – proxy.ua.pt:3128.

Assim, já podem desfrutar da rede Eduroam no novo Ubuntu.

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